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Pedro Du Bois: PoemasNoticias de literatura
Por: Pedro Du Bois


La explicacion del Genesis Un unico Dios El Génesis al fin resuelto. La explicación científica del relato bíblico de la Creación.
¿De que hablan los dos relatos de la Creación de La Biblia?
En el relato existe un observador, quién narra lo que observa. Y una ubicación muy precisa desde donde observa.
BAJE EL LIBRO SIN COSTO
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10/9/2017 |

CONHECIDOS
(Pedro Du Bois, inédito)

Conversamos longas horas
fôssemos amigos de sempre
e nossas infâncias
precisassem ser revistas
nos sonhos alcançados
pelas frustrações dos caminhos
raiva e ódio do que deu errado
rimos velhas piadas repetidas
e a bebida nos subiu a cabeça
embriagados entre tempos

as restantes horas foram de silêncios
olhares dispersos nos móveis da sala
o constrangimento na falta de assunto
nossas conversas passadas no início
desencontros impostos pela vida
no vício do trabalho e famílias

fomos conhecidos outrora
colegas nos bancos escolares
que se reencontram por acaso
esquecidos das lembranças
logo voltem aos seus mundos.
---------------------------------------------------------------------------------
ACQUAINTED
(Pedro Du Bois, inédito)
(Marina Du Bois, English version)

We talked for long hours
as if we were old friends
and our childhoods
needed to be revised
in dreams reached
by the frustrations of the paths
hate and anger at what went wrong
we laughed at old and repeated jokes
and the drink came to our heads
drunk between times

the remaining hours where of silences
scattered looks on the living room furniture
the constraint in the lack of subject
our pas conversations at the beginning
mismatches imposed by life
in work addiction and families

we were acquainted once
classmates
who meet again by chance
with forgotten memories
soon return to their worlds.
PRISÕES
(Pedro Du Bois, inédito)

Fecho os olhos na visão dos carros
enfileirados na rua estreita
parados no sinal vermelho

os que nos transportam
os que nos levam e nos trazem

a visão aterroriza no que mostra
pessoas encarceradas
em vidros levantados
de trancadas portas

o sinal fechado antecede
o vermelho do corpo
arremessado

não abro os olhos ao destino
em repetições: sei do sinal
aberto ao corpo
que escapa de raspão.
PRISIONS
(Pedro Du Bois, unpublished)

I close my eyes at the sight of cars
lined up on the narrow street
standing at the red light

those which carry us
those which take us and bring us back

the sight is terrifying as it shows
imprisoned people
by closed windows
from locked doors

the red traffic light precedes
the red of the
thrown body

I turn a blind eye to fate
in repetition: I know about the signal
open to the body
wich narrowly escapes.



outros poemas, em:
https://plus.google.com/u/0/108438516741639533660

MÚSICA E PALAVRA
(Pedro Du Bois, inédito)

A música atravessou milênios
sacralizada no tom repetido
como interlúdio
intermezzo
interrogação
sobre as palavras

plurais palavras se repartiram
na repetição do foi nominado

a música altera o sentimento
do que é dito

foge do padrão inicial
ao multiplicar os sons da natureza
nos sons criados pelo homem

palavras e músicas caladas
são amores descobertos
no beijo na boca.
-----------------------------------------------------------------
MUSIC AND WORD
(Marina Du Bois, English Version)

Music crossed millennia
sacralized in the repeated tone
as interlude
intermezzo
interrogation
on the words

plural words were divided
in the repetition of a nominated was

music changes the feeling
of what is said

flees from initial pattern
by multiplying the sounds of natureza
in the sounds created by man

silent words an songs
are discovered loves
in the mouth kissing.

HORDAS
(Pedro Du Bois, inédito)

Hordas
poeira sobre os olhos
no caminho invadido

a morte na sombra

hordas invadem
nossa ignorância
ao pecar o não saber

a morte no escuro pó
em que se transforma o dia

hordas de invasores
exigem sabermos as razões
no significado das nossas mortes.
-------------------------------------------
HORDES
(Marina Du Bois, English version)

Hordes
dust on eyes
through the invaded path

death in the shade

hordes invade
our ignorance
by sinning and not knowing

death in the dark powder
in which the day becomes

horders of invaders
demand to know the reasons
in the meaning of our deaths.

MUDA
(Pedro Du Bois, inédito)

Minha boca muda
conversas inúteis

mudo
em calado espectro
dos dias cheios
mudo
no olhar súplice
de novos assuntos
mudo
perdido mundo
do que me dizem

sobre outros dos demais
que nem conheço: desconheço
pelo que dizem

muda minha boca permanece
no dia passado em música.
---------------------------------------------------------

MUTE
(Pedro Du Bois, unpublished,
Marina Du Bois, English Version)

My mute mouth
useless conversations

mute
in silent spectrum
of full days
mute
in supplication looking
at new subjects
mute
lost world
of what they tell me

about others
I do not even know: I do not know
why they are saying

mute my mouth remains
on the day spent in music.

EXIGÊNCIAS
(Pedro Du Bois, inédito)

O rito exige o desassossego
do artista no plano
em que se apresentam
cenas improvisadas

o rito exige respeito ao momento
em que o poeta desrespeita
o tempo na hora em que palavras
atropelam o rigor e o texto explode
no papel

o rito exige o cumprimento
negado ao que ocorre
na memória recuperada
quando me vejo em você.
---------------------------------------------------
REQUIREMENTS
(Pedro Du Bois, unpublished)
(Marina Du Bois, English version)

The rite requires an uneasiness
of the artist when
improvised scenes
are presented

the rite requires respect to the moment
when the poet disrespects
the time when words
run over rigor and the text explodes
on paper

the rite requires the denial
greeting of what happens
in the recovered memory
when I see myself in you.

TENRA
(Pedro Du Bois, inédito)

A planta
Fixa
Fixada
Em terra

Tenra vida

Onde o machado
Veneno
Tormenta
Mão
Age em desacordo

A flor
Seca
Entre folhas
Do caderno
Como lembrança.
-------------------------------------------------------------------------------
TENDER
(Pedro Du Bois, unpublished
Marina Du Bois, English version)

The plant
Set
Fixed
On the ground

Tender life

Where the axe
Poison
Storm
Hand
Acts in desagreement

The flower
Dry
Amid sheets
From the notebook
As a remembrance.

VONTADES
(Pedro Du Bois, inédito)


Tantas vezes fui embora
para sempre
como parar de fumar
nunca mais
ou dizer a primeira
mentira do dia

o sempre se mostra perto
e o retorno se faz
rápido
como voltar a fumar
ou dizer a primeira mentira
do dia

amanhã irei embora
para sempre
e levarei os cigarros.
--------------------------------------------------------------------

WILL
(Pedro Du Bois, unpublished)
(Marina Du Bois, English Version)

So many times I left
forever
as stop smoking
nevermore
or telling the first
lie of the day

always shows up to be close
and the turn of
is quick
as going back to smoke
or telling the first lie
of the day

tomorrow I will be gone
forever
and I will take the cigarettes.

CONCRETO
(Pedro Du Bois, inédito)

Onde desperto
concreta base
inutiliza a vista
do que avisto

paredes
vidros
janelas

concretada paisagem
em altos prédios
onde escondemos
os corpos

fosse ruim a terra bruta
conservada no frescor
do tempo em contato

concretizados
nos recolhemos
em janelas fechadas.
----------------------------------------------------------------
CONCRETE
(Pedro Du Bois, unpublished)
(Marina Du Bois, English version)

Where I wake up
a concrete base
disables the view
of my sight

walls
glasses
windows

concreted landscape
in high buildings
where we hide
the bodies

as if it was bad a gross land
preserved in the freshness
of the time in contact

concretized
we gather
in closed windows.


CORPOS
(Pedro Du Bois, inédito)


Corpos ajuntados
imãs sobrepostos
único movimento

pensamento além do contato
no sexo longo amoldado
em corpos trançados

longe espíritos se reencontram
no final do ato onde nos sorrimos
em rostos descansados.
------------------------------------------------------------------------
BODIES
(Pedro Du Bois, unpublished)
(Marina Du Bois, English version)

Bodies assembled
overlapping magnets
single movement

thought beyond contact
in long sex molded
in braided bodies

far spirits meet again
at the end of the act when we smile
on fresh faces.
outros poemas:
https://plus.google.com/u/0/108438516741639533660

VOLTAR
(Pedro Du Bois, inédito)

Quando nossos ancestrais vieram
livres da pobreza europeia
no mundo novo
ganharam espaços
para nos gerarem

não nascemos em terras
secas entre guerras

vicejamos na ignorância
suprida pelo espaço oferecido

perdida a história
sonhamos a volta
aos vales verdejantes
que poderiam ter sido
e não foram.
--------------------------------------------------------------------------------------
GO BACK
(Pedro Du Bois, unpublished)
(Marina Du Bois, English version)

When our ancestors came
free from European poverty
in the new world
they have gained spaces
to generate us

we were not born in dry
land amid wars

we thrive in the ignorance
supplied by the offered space

of the lost history
we dream of returning
to the green valleys
that could have been
and were not.

MORTE
(Pedro Du Bois, inédito)

Estavam prontos para a partida
armados com modernas
armas
científicas
balísticas

seu comandante na academia
ordena: avante!

vão os soldados na honra
de seus passos firmes

trôpegos durante a batalha
antes que a sobrevivência
aponte a arma e a ciência
atire ante seus olhos

então os dedos rígidos e fortes
e não pararão de apertar os gatilhos.
------------------------------------------------------------
DEATH
(Pedro Du Bois, unpublished)
(Marina Du Bois, English version)

They were ready to leave
armed with modern
ballistic
scientific
weapons

their commander in the academy
orders: onwards!

the soldiers go in honor
of their steady steps

stumbling blocks during the battle
before survival
points the gun and science
shoots before their eyes

then fingers will be stiff and strong
and will not stop squeezing the triggers.

COMODIDADE
(Pedro Du Bois, inédito)

Num dia comum
de horas comuns
em atividades comuns
nas idas e voltas comuns

de repente
como nada
como tudo
como sempre
a irrealidade
toma conta
incômoda
da comodidade
em que nos escondemos

incomuns pessoas
deslocadas
desfocadas
desesperadas.
-------------------------------------------------------------------------------------
CONVENIENCE
(Pedro Du Bois, unpublished)
(Marina Du Bois, English version)

On an ordinary day
of ordinary hours
in ordinary activities
on ordinary backs and forths

suddenly
like nothing
like everything
the unreality
takes over
uncomfortable
with the convenience
in which we hide

unusual people
displaced

HOMENAGEM TARDIA
(Pedro Du Bois, inédito)

Homenageio em vocês
o badalar não desdobrado

é de luto a minha homenagem
e vocês não estão presentes

suas ausências privilegiam
o futuro de tempos melhores

homenageio em vocês
a palavra triste da saudade

é de luto a minha homenagem
e vocês estão ausentes

a minha saudade
é tardia e as ameaças
permanecem presentes.
-------------------------------------------------------------------------
LATE HOMAGE
(Marina Du Bois, English version)

I homage in you
the unturned bells

my tribute is in mourning
and you are not present

your absences privilege
the future of better times

I homage in you
the sad word of longing

my tribute is in mourning
and you are not present

my longing
is late and the threats
remain present.

DIZER
(Pedro Du Bois, inédito)

O homem diz: não deveria estar aqui
meu caminho indica o outro lado
para onde irei
e onde me estabelecerei e acreditarei
chegar ao meu destino: o caminho
se fará completo nas músicas
que tocarei no final dos dias

nada acontece por acaso e músicas
são sons não estabelecidos na pauta
que o improviso sobrepuja a razão
no desconhecimento dos sonhos

o homem diz: por pior que seja
estou disponível e minhas leituras
completam o que me foi ensinado
quase nada
muito pouco dessa ciência louca
que muda conceitos do que se sabe
hoje e se sabia ontem que amanhã
serão novos instrumentos e minha voz
calada no final do dia não dirá nada.
----------------------------------------------------------
TO SAY
(Marina Du Bois, English version)

The man says: should not be here
my way shows the other side
to where I will go
and where I will settle down and believe
I have reached my destination: the path
will be completed by the songs
I will play at the end of days

nothing happens by chance and songs are
sounds unestablished in the musical sheet
which improvisation surpasses reason
in the ignorance of dreams

the man says: no matter how bad
I am available and my readings
complete what I was thaught
almost nothing
very little of this crazy science
that changes concepts of what is known
today and was known yesterday that tomorrow
will be new instruments and my silent voice
will say nothing at the end of the day.

FOME
(Pedro Du Bois, inédito)


Quando a fome
não se resolve
com comida

há o prato
a cor
o destino
dos restos
aproveitáveis

quando some a fome
no que não há para comer

há o prato
a receita internacional
a descoberta
a mistura
de restos inaproveitáveis

quando a comida
não atende a fome.
------------------------------------------------------------
HUNGER
(Pedro Du Bois, inédito)
(Marina Du Bois, English version)

When hunger
is not solved
with food

there is the dish
the color
the destination
of the enjoyable
remains

when hunger fades
by the emptiness to eat

there is the dish
the international recipe
the discovery
the mixture
of unusable debris

when the food
does not meet the hunger.

ORGULHO
(Pedro Du Bois, inédito)

Na distância
descubro
a inutilidade
do orgulho

a nacionalidade desfalece
no que deixo de lado

habito o silêncio:
não estou perdido
no hino silenciado

(esqueço a letra do hino pátrio)

maior a distância
nítidos os vultos
de todo o sempre

menos o orgulho
na tristeza desamparada.
---------------------------------------------------------------------------------
PRIDE
(Pedro Du Bois, inédito)
(Marina Du Bois, English version)

In the distance
I find out
the uselessness
of pride

nationality faints
in what I leave aside

I live in silence
I am not lost
in the silent hymn

(I forget the lyrics to the anthem)

the greater the distance
sharper are the figures
of all time

less pride
in helpless sadness.

 

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Última actualización 21/11/2017 03:21:36 p.m.Noticias de literatura

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