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Pedro Du Bois
PRISÕES y otros poemasNoticias de literatura
Por: Pedro Du Bois


La explicacion del Genesis Un unico Dios La historia del pueblo judío. El motivo de ser del pueblo elegido.
La tarea trascendental del pueblo elegido. Las políticas de la Iglesia Católica. El fin del politeísmo.
El hilo conductor jamás revelado de uno de los libros más leídos y tal vez  menos comprendidos:
La Biblia.
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PRISÕES  y otros poemas Noticias de literatura
13/2/2017 |

PRISÕES

olhos na visão dos carros
enfileirados na rua estreita

parados no sinal vermelho

que transportam
que levam e retornam

a visão aterroriza pessoas
encarceradas em vidros
de trancadas portas

faróis miram a presa
o sinal antecede
o vermelho do corpo

olhos no destino
conhecido em repetições
do sinal aberto no corpo
que escapa de raspão

(Pedro Du Bois, inédito)
outros poemas:
https://plus.google.com/u/0/108438516741639533660 





TEMPOS
(Pedro Du Bois, inédito)

Sufoco a vontade
afogada em prantos
disfarço a hora
partida

apátrida reconheço no espaço
a companheira: não me instalo.

afogo minha vontade
disfarçada no silêncio
sufocado da espera.

TIMES
(Marina Du Bois, English version)

I stifle the will
drowned in tears
I dissemble the hour
broken

stateless I recognize in space
the cummer: I do not settle myself

I drown my will
disguised in silence
suffocated from wait.

Outros poemas:
http://pedrodubois.blogspot.com.br


DESFECHO

No desfecho
fecho a porta
e dentro
esqueço
a hora
permitida
aos pensamentos
filosóficos

o desvelo com que cuido
meu tempo permitido
na desilusão aleatória
dos enganos

fecho o caderno
e repouso a mão
sobre o tempo

o grafite inerte
sobre razões confessadas
em juízo.

(Pedro Du Bois, inédito)
DENOUEMENT

In denouement
I close the door
and inside
I forget
the time
allowed
to philosophical
thinking

I care and zeal
my granted time
in random disillusion
of mistakes

I close the notebook
and rest the hand
above time

the lifeless graffiti
on confessed reasons
in judgments.

(Marina Du Bois, versão para o inglês)


EFÊMEROS

A preocupação
decorre da memória
esmaecida no passar das horas
em que somos repostos
repetidos
recuperados
e apagados
nas lembranças

os que ficam para depois
devem se preocupar
com os deuses

retirantes iniciais
da efemeridade.

(Pedro Du Bois, inédito)
EPHEMERAL

The concern
comes from the memory
dimmed as the hours pass by
and we are reset
repeated
recovered
and erased
in remembrances

the left behind
must worry
about the gods

inicial refugees
from frailty.

(Marina Du Bois, versão em inglês



ASPEREZA

Não ouço o som
do vento contra a vidraça

no farfalhar da cortina
o estampido

sou silêncio
esculpido em pedra
árida
seca
descoberta no tempo
cristalizado.

(Pedro Du Bois, inédito)

ROUGHNESS

I do not hear the sound of
the wind against the window

in the curtain's rustling
the din

I am silence
carved in stone
arid
dry
uncover through time
crystallized.

(Marina Du Bois, English version)


NATURAL

Na natureza decomposta
a dor exposta
em espécies
abatidas
cortadas
decepadas
depenadas
destocadas na força dos tratores
matrizes dos progressos: o homem
traz na aproximação a visão incolor do lucro
e a subsistência dos excluídos se defronta
com a terra ressecada após as passagens
a recomposição do solo exala
a acidez perpetrada
nos tempos desnecessários
das farturas: o homem
esquece o inconsentido passado
em projetos futuros inexequíveis
onde se debatem mortes
e avanços ao fim do mundo.

(Pedro Du Bois, inédito)
NATURAL

From the decomposed nature
the exposed pain
of species
slaughtered
cut
severed
plucked
the stumps pulled of with strong tractors
progress' headquarters: the man
brings in approximation the profit's colorless vision
and the excluded's subsistence faces
the withered earth after the passages
the soil's restoration exudes
the perpetraded acidity
in needless times
of abundance: the man
forgets about his not consented past
in future unenforceable projects
where struggle deaths
and advances to the end of the world.

(Marina Du Bois, English version)



CONSELHOS

Disse ao filho: insista
em suas propostas e faça
o que entender melhor

o filho resistiu
fez
e o melhor foi pouco
no nada previsto
pelo pai
inquieto
em falsa magnitude

disse o filho: insisti e fiz
e refiz o feito refeito
de todo o nada investido
trouxe a não resolução dos fatos
e o fado apresentado em roto
caminho esfarrapado dos carinhos
trouxe minha volta

o pai ouviu e não insistiu
ao filho o retorno com que o pouco
se fez bastante: nada disse.

(Pedro Du Bois, inédito)

ADVICES

Told to the son: insist
on your propositions and do
wathever you think is the best

the son resisted
did
and the best was not enough
for the father's predicted
nothing
unquiet
in false magnitude

told the son: I insisted and I did
and redid the redone done
from all the invested nothing
brought the facts' no resolution
and the doom presented in a shabby
path ragged from affection
brought my back

the father heard and did not insist
on the son's return the little
was enough: said nothing.

(Marina Du Bois, English version)


SORVER

Sorve o gole
transbordante
dos pecados

o cálice entornado
no líquido sobre a toalha
em figuras ao acaso
desenhadas

desdenha a hora da chegada
e no atraso sente o gole
sorvido em anunciação
e espera

o desenho traduz
a vida no recorte
do todo
como nada.

(Pedro Du Bois, inédito)

ASPIRATE

Aspirate the dram
overflowing
from sins

the spilled chalice
in fluid over the tablecloth
in random figures
drawn

draws the arrival time
and on the delay feels the dram
aspirated in annunciation
and wait

the draw translates
life in snip
from everything
as nothing.

(Marina Du Bois, English version)



RECUAR
(Pedro Du Bois, inédito)

Recuo: a canção amadora
ressoa em vão

onde o som definido
na canção?

Canção da terra amarrada
em giros: a queda do anjo
sobre o prédio iluminado

receio não encontrar a terra prometida
ao profeta. Na insolação do corpo
revejo arestas ásperas
e do prédio menor
despenco lembranças.

RETREAT
(Marina Du Bois, English version)

I back off: the amateur song
vainly resonates

where is the defined sound
in the song?

Song from the bind earth
in turns: the fall from an angel
on the illuminated building

I fear not finding the promissed land
to the prophet. Through the body insolation
I review rough edges
and from the minor building
I plummet remembrances.


MATÉRIA

(Pedro Du Bois, inédito)

Traduzo (palavras são presentes)
a imortalidade (obra reunida)
na consequência (ilusão da espera)
de versos ritmados (eloquência)

no entendimento refaço gestos
e me digo primeiro (única espécie)
a expandir o som articulado

nada sei: conheço do planeta
fragmentos desenterrados (história
em espaços sobrepostos: restos)

contrário em esforços coordenados
estou condenado ao esforço (força
belicosa guerreira mentirosa
do fracasso ante os olhos).


SUBSTANCE

(Marina Du Bois, English version)

I translate (words are gifts)
the immortality (collected works)
in result (illusion of hope)
of rythimic verses (eloquence)

in understanding I redo gestures
and designate myself the first (only species)
to expand articulated sound

I know nothing: I know from the planet
digged fragments (history
in superimposed spaces: remains)

opposed in coordinated efforts
I am condemned to endeavor (bellicose
lying warrior stregth
from failure before the eyes).


ÚLTIMAS
(Pedro Du Bois, inédito)

Na última forma
aguardo depósitos
- rápidos carros
conduzem alto-falantes -
do resquício da minha história:

acalmado espírito
observo o resto do incenso
queimado e me desencontro
na simplificação das formas

extensas áreas não cultivadas
de areias sobrepostas em camadas.

LATEST
(Marina Du Bois, English version)

In the latest shape
I wait for deposits
- fast cars
drive loudspeakers -
from my history's vestige:

calmed soul
I watch the resto of the burning
Incense and I mismatch myself
in the form's simplification

large uncultivated areas
of overlapped layers of sand.


RELEMBRAR
(Pedro Du Bois, inédito)

A relembrança
ultrapassa o espaço
concedido no gesto
concedo a oportunidade
desprovida de quedas
de quadras
dos quadros impressionistas
em modernidades ultrapassadas

relembro como fomos humilhados
nos paradoxos de ficar e sair
se não estivéssemos contentes
no tanto negado ao espírito
em contendas menores onde
homens iguais se diferenciam
e não notam as desigualdades
que os afastam em seres
desprovidos de lembranças.

RECALL
(Marina Du Bois, English version)

The remembrance
exceeds the space
granted in gesture
I grant the opportunity
devoid from fallings
from courts
from impressionists paintings
in outdated modernities

I recall how we were humiliated
on stay and go paradoxes
if we were not glad
in so much denied to the soul
in minor strifes where
equal men are differenciate
and do not realize the inequalities
that move them away in beings
lacking of remembrances.


AMANTES
(Pedro Du Bois, inédito)

Sobre a morte dos amantes
conto a história iniciada
em encontros ocasionais
de pessoas próximas
em cidades pequenas

encontros em cumprimentos
nas artimanhas de encontros
transformados em contatos
de corpos encantados

amantes vislumbram instantes
de saciedade no oculto olhar
sobre a rua de barulhos repetidos
em medos intercalados ao gozo
destituído de lógica e racionalidade.

LOVERS
(Marina Du Bois, English version)

About the lovers' death
I tell a story that begun
In occasional meetings
of close people
in small towns

meetings and greetings
in meetings wiles
turned into liaison
of enchanted bodies

lovers catch a glimpse of repleition
instants of the inner look
on the repeated noisy street
with intercalary fears and pleasure
dismissed of logic and rationality.





NADA
(Pedro Du Bois, inédito)

O início
da temporada
encerra
a expectativa
de que o ciclo
se renove
na permanência
da temporada
que conhecemos
nova.

A novidade nos desconforta
em haveres desconhecidos

até
termos certeza
de que o início
continua o nada.

NOTHING
(Marina Du Bois, English version)

The beginning
of the season
ends
the expectation
that the cycle
is renewed
from the season
which we met
new.

The novelty causes us discomfort
in unknowns assets

until
we are sure
that the beginning
carries on the nothingness.
ABARCAR
(Pedro Du Bois, inédito)

Abarco o todo
em naufrágios
menores de riachos
veios d'água
inundam imagens
(submersas)

- falamos sobre camisas, calças e roupas
de baixo: que sustentam camisas
e calças -

a revista imagem
sobre a pedra polida
em acolhidos abraços.
TO COVER
(Marina Du Bois, English version)

I cover the whole
in shipwrecks
smaller than streams
water veins
flood images
(submerged)

- we talked about shirts, trousers and
underwear: which support shirts
and pants -

the inspected image
on the polished stone
in welcomed arms.



AMANTES
(Pedro Du Bois, inédito)

Sobre a morte dos amantes
conto a história iniciada
em encontros ocasionais
de pessoas próximas
em cidades pequenas

encontros em cumprimentos
nas artimanhas de encontros
transformados em contatos
de corpos encantados

amantes vislumbram instantes
de saciedade no oculto olhar
sobre a rua de barulhos repetidos
em medos intercalados ao gozo
destituído de lógica e racionalidade.

LOVERS
(Marina Du Bois, English version)

About the lovers' death
I tell a story that begun
In occasional meetings
of close people
in small towns

meetings and greetings
in meetings wiles
turned into liaison
of enchanted bodies

lovers catch a glimpse of repleition
instants of the inner look
on the repeated noisy street
with intercalary fears and pleasure
dismissed of logic and rationality.

FORÇA E PODER
(Pedro Du Bois, inédito)

Na força
o desprezo
pelo arco em aliança

tenho no poder
a força que utilizo
em proveito

aproveito o esplendor
e me destaco perante
inimigos baratos e frágeis

no desprezo
a força do arco
sem aliança

a vista turva o alcance
do poder transferido em pedaços.
STRENGTH AND POWER
(Marina Du Bois, English version)

In strenght
the contempt
by the alliance arc

I have in power
the strength I use
in benefit

I enjoy the splendor
and highlight myself before
cheap and fragile enemies

in contempt
the strenght from the arc
without alliance

the blurred view to reaching
the power transferred in pieces.

FINAIS
(Pedro Du Bois, inédito)


Parasse
de escrever

agora

parasse
de pensar

agora

parasse

agora.

FINALES
(Marina Du Bois, English version)


If I stopped
writing

now

stopped
thinking

now

stopped

now.


SOM
(Pedro Du Bois, inédito)

Ao longe o som
da corneta anuncia
a vitória concretizada
do mais forte em hinos
indeterminados: necessidade
não vislumbrada tornada
efêmera no som da corneta.

Tristeza
do desvalido: no nascimento
a inoportuna consequência
na falta de oportunidades.

Penso meu (in)sucesso
desligado na imagem: sons
ecoam a minha raiva.
SOUND
(Maria Du Bois, English version)

In the distance the sound
of the horn announces
the achieved victory
of the stronger in inderteminated
hymns: the not envisioned
need made ephemeral
by the horn sound.

Sadness
of the underdog: in birth
the unfortunate consequence
in the lack of opportunities.

I think about my (not) sucess
off the image: sounds
echo my anger.


TER
(Pedro Du Bois, inédito)

Tenho destino
certo
traçado
em giz

não tenho o destino
antes
e durante
a jornada

tenho o caminho petrificado
no estar
estático

o mundo roda
sobre minha
cabeça
imóvel.
TO HAVE
(Marina Du Bois, English version)

I have a destination
right
drawn
in chalk

I don't have the destination
before
and during
the journey

I have a petrified path
to be
estatic

the world runs
on my
head
immobile.

GRITO
(Pedro Du Bois, inédito)

O grito sinaliza a discórdia
na alegria exacerbada

mania trazida de casa
no gesto adquirido
pela rua

a névoa encobre o corpo
e abafa o grito

o grito silencia.
SHOUT
(Marina Du Bois, English version)

The shout signals the discord
in heightened joy

an habit brought from home
in the acquired gesture
on the street

the mist covers up the body
and muffles the cry

the cry mutes.


INCERTEZAS
(Pedro Du Bois, inédito)

Desprovido da incerteza
ameaço o orgulho
nacional: ser daqui
envolve a consequência
de estar na impotência
do limite

demonstro raiva
no relento da hora
onde me apodero
quando me ofereço

talvez espere
aos pés do mensageiro
a incerteza na ameaça
do mergulho racional
nas canções.
UNCERTAINTIES
(Marina Du Bois, English version)

Devoid of uncertainty
I threat the national
pride: to be from here
involves the consequence
to be in the impotence
of the limit

I demonstrate anger
in the open air hours
where I catch hold of myself
when I offer myself

perhaps I will wait
to the feet of the messenger
the uncertainty in threat
of rational diving
in songs.



OUVIR
(Pedro Du Bois, inédito)

Ouve no grito da certeza
verdades desditas
no caudal do animal
que se arrebenta
contra a pedra construída
em janelas e quartos

traz a sensação incômoda
do encontro: animal
no recôndito da avareza
do corpo fechado ao mal

conversa verdades incertas: no peitoril
da janela percebe a árvore fora do lugar

aluga o pensamento ao mistério
e pondera a oportunidade
de se fazer mulher: desaponta
o amante. Concede à dúvida
o indistinto encoberto no pó
da estrela radiosa das queixas
matutinas.
TO HEAR
(Marina Du Bois, English version)

Hear in the certainty cry
unsaid truths
at the animal flow
which bursts
against the stone built
in windows and bedrooms

brings the uncomfortable feeling
of the meeting: animal
in the secret of avarice
body closed to evil

talks uncertain truths: on the windowsill
realizes the tree out of place

rents thought to mistery
and consider the opportunity
of making herself a woman: disappoints
the lover. Grants to doubt
the indistinct covered in powder
of the bright star of morning
complaints.


IR EMBORA
(Pedro Du Bois, inédito)

Ao ir embora sabe:
não se mudam
as regras
inexistentes

(o peso da paixão
o peso do caixão
a prisão)

sobrevoa o lugar aberto
em barulhos e na rua
percebe vultos escondidos

regras intercaladas
na jogada aérea
sobre a área

(o piso frio recebe corpos
amantes: a entrega vai embora
aos poucos).


GO AWAY
(Marina Du Bois, English version)

When going away knows:
there is no change
in nonexistent
rules

(the coffin weight
the coffin weight
the prison)

flies over the open place
in noises and on the street
realizes hidden figures

interspersed rules
in the air move
over the area

(the cold tile gets
lovers bodies: delivery goes away
gradually).

BARULHOS

No barulho das ruas
algumas horas
de paz e recolhimento

não há música no ar
nem palavra a ser dita

No barulho das casas
alguns minutos
de repouso e acolhimento

não há discurso
nem a fala do ator

no barulho em geral
instante em que o silêncio
aprofunda o gosto

não há como rasgar a folha
nem recitar a prece.
(Pedro Du Bois, inédito)


PASSADO

Escavamos destroços
retiramos camadas
terras e terras
sobre séculos

na busca das respostas
que não existem: (pois)
apenas crescemos
pouco a pouco nas gerações
que nos sucederam

assim
como música e vento
e árvores

escavamos trajetos
felizes em nos descobrirmos
menores e meninos.

(Pedro Du Bois, inédito)
 



Última actualización 25/09/2017 03:21:36 p.m.Noticias de literatura

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